Coreografias / Choreographies
Choreografia por Carlos Manuel Oliveira. Interpretação por Carlos Manuel Oliveira e Fernando Romão. Luzes e som por Carlos Manuel Oliveira. Música por Fernando Romão. Duração: 50 min. Produção por COTÃO - Associação Cultural. Co-produção por Bienal Internacional de Palhaços e Artes Circences. Circo foi apresentado na Bienal de Palhaços e Artes Circenses, em Santarém, e no Chapitô, em Lisboa, durante o Outono 2004.




Choreographed by Carlos Manuel Oliveira. Performed by Carlos Manuel Oliveira and Fernando Romão. Lights and sound by Carlos Manuel Oliveira. Music by Fernando Romão. Duration: 50 min. Produced by COTÃO - Associação Cultural. Co-produced by Bienal Internacional de Palhaços e Artes Circences. Circus was presented at the International Festival of Circus Arts, in Santarém, and at Chapitô, in Lisbon, during the Autumn of 2004.
TRIADIC (2012)
CIRCO (2004)
WHITE TIGER (2010)
FERLOSCARDO (2006)
GARMENT (2007)
CIRCULARITIES (2009)
MEYOUIT (2008)
CQNV, CQNR (2011)
CIRCO (2004)
POINT TO ONE END (2013)
Circo é um trabalho difícil de explicar, mesmo em retrospectiva. Não que o que aconteça em cena seja estranho ou indefinido. Mas o contexto que lhe deu lugar é tão específico que, mesmo que se olhe para a peça como um trabalho autónomo, com os seus próprios sentidos, não se chegará ao espaço do qual emergiu e ao qual pertence. Que espaço é este? É o espaço de uma relação entre dois jovens amigos que, pertencentes a um mundo onde não há nada para além do que eles possam criar, juntos em aventura, brincam um com um outro e com o que à sua volta possui a aura dessa pertença. É uma performance que joga com a ideia de entretenimento, quando quem se entretém é quem actua. É uma peça de gestos e objectos. Uma espécie de parque privado onde jogos simples expressam a fantasia da amizade.



Circus is one of those works that is hard to explain, even in retrospect. Not that what happens on stage is murky or even somewhat undefined. But the contexts of its occurrence are so specific and situated that, though one might try to look into the performance as something that stands for itself, and in this guise to look in it for its own senses and meanings, one will not reach the very space from which this work has emerged and to which it belongs. Which space is this, one might ask? This is the space of a relationship between two young friends who, belonging to a place where there's nothing beyond what they can create, together and in adventure, play with themselves and with what, at their side, embodies the aura of those belongings. It is a performance that plays with the idea of entertainment, but in the sense that it acquires when those who perform it are the ones entertained. It is a play with gestures and objects. A kind of private park where simple games express the fantasy of togetherness between faithful friends.
DDDA (2017)
PROPOSIÇÕES (2018)